sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Linguagem contra o preconceito

Desde a aprovação da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência pelas Nações Unidas, em 2006, a forma universalmente aceita para designar quem possui deficiência é “pessoa com deficiência”, aludindo sempre a condição específica quando se nomear a sua situação: “pessoa com cegueira ou pessoa cega”, “pessoa com deficiência visual ou com baixa visão”, “pessoa com deficiência física”, “pessoa com deficiência mental”, “pessoa com nanismo”, “pessoa com surdez ou pessoa surda”, “pessoa com mutismo”, “pessoa com síndrome de Down ou pessoa com Down”,– ou, simplesmente, cego, surdo, mudo, cadeirante, paralisado cerebral e Down.

As formas antigas, pessoa especial, portador de deficiência ou portador de necessidades especiais, não caracterizam com exatidão a condição do indivíduo (já que as deficiências são permanentes e não “portáveis” – portanto, descartáveis).

A maioria dos meios de comunicação qualifica erradamente essa discussão como sendo um exagero do politicamente correto. Não é. O fato de a legislação brasileira usar a forma "portador de deficiência" se explica porque a linguagem jurídica não acompanha a mudança de conceitos com a mesma rapidez que as organizações.

Assim como se abandonaram as formas “aleijado”, “débil mental”, “debiloide”, “mongol” ou “mongoloide”, as que passaram a ser evitadas pelo segmento que atua em favor dos direitos desse público em todo o mundo cairão em desuso. Quando se tratam de organizações e publicações com foco em sustentabilidade, usar a forma antiga indica falta de alinhamento com a visão contemporânea de como tratar a temática social no universo da comunicação.

Creditos:

sábado, 10 de dezembro de 2011

Associação Carpe Diem

Existe um instituto chamado Associação Carpe Diem, a qual é brasileira que está preparando as pessoas com deficiência intelectual diversa a entrarem no mercado de trabalho, entretanto a deficiência que está com mais predominância no mercado de trabalho são as pessoas que tem Síndrome de Down, principalmente no Brasil. O Dia Internacional do Deficiente é em 3 de dezembro e foi vigorado há pouco tempo com a intenção de que os países comemorassem essa data e que fizessem com que o emprego para os portadores de deficiência aumentasse, pois eles só querem mostrar suas capacidades e não ter a caridade da sociedade. Foram feitos programas de apoio psicossociais, ações de sensibilização e culturais aonde eles ainda continuam lutando para que tenham melhorias de no acesso aos empregos, fim das barreiras arquitetônicas e inclusão social. Há uma lei que obriga as empresas possuírem cerca de 5% de funcionários com deficiência e com isso cada vez mais as empresas do mundo inteiro estão se estruturando e se adaptando.

Esperamos que no ano de 2012 a inclusão social dos deficientes físico seja uma realidade não só nosso país mais em todo o mundo.
o ano não terminou tem mais postagem vindo por ae!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Leis que surgem para enganar bobo!

Ano que vem é ano de eleição e os eleitores vão escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos mais de 5.500 municípios brasileiros.

Vamos ficar atentos aqueles que querem fazer algo serio, e não pense com as" pernas" e crie leis bobas como essa:

Já é Lei: Vaga em escolas para alunos com deficiência
Assegurar à pessoa com deficiência física, mental ou sensorial prioridade de vaga em escola da rede pública estadual próxima de sua residência. É o que determina a Lei nº 9.620/2011, de autoria do ex-deputado Doutor Rafael Favatto (PR).
A matéria considera a escola mais próxima aquela cuja distância da residência seja menor, ou de mais fácil acesso por meio de transporte coletivo. Existindo mais de um estabelecimento de ensino perto da casa, o interessado pode optar.
As escolas que recebem alunos com deficiência têm que garantir a adequação dos espaços físicos. Para efetuar a matrícula é necessário apresentar comprovante de residência.
O autor da Lei acredita que a medida ajuda a integrar e garantir acessibilidade dessas pessoas à educação: “É uma obrigação do Poder Legislativo editar normas legais que assegurem o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiência e sua efetiva integração social”. Doutor Rafael Favatto salienta ainda que o poder público deve conjugar esforços de todos os segmentos da organização social e da vida coletiva para que as pessoas com deficiência exerçam a sua cidadania plena.

Discordo da lei porque o direito da vaga escolar nós já temos desde o dia que nascemos independente ser deficiente ou não,ter a prioridade na minha humilde opinião não precisa,o que precisamos é do acesso as escolas que muitas delas só tem salas em primeiro,segundo e terceiro andar,eu estudei sim mais tive que encarar muitas escadase com ajuda humanitaria para subir e descer, e na minha época não tinha essa lei de prioridade.

A parte engraçada é que nessa época eu era o único aluno que queria sair na hora certa,pois quando largava-se cedo eu tinha que ficar esperando na porta da escola ate o horário de alguem da minha família ir me buscar,na época (cel era super caro e os orelhões não tinha acesso a cadeirantes) era um tédio ficar ouvindo as pessoas me perguntando:
-Ainda ae? ninguém veio te buscar?
Na verdade não saberia responder se era por gozação ou por preocupação.

Vamos ficar atento a essas leis que são aprovadas e que na verdade só quer alavancar carreira politica de quem a cria.
Que os nossos políticos parem de pensar com as "pernas",que venham aqueles que pensem com o coração.



sábado, 19 de novembro de 2011

Deficientes ainda sofrem com os ônibus adaptados no rio.

Prazo para adequação de toda a frota é 2014 O Decreto Federal 5.296 de dezembro de 2004 determina apenas que os novos ônibus que entrarem em circulação no país devem ser acessíveis aos cadeirantes. O prazo para que toda a frota esteja dentro dessa especificação vence em 2014. De acordo com o presidente da Comissão da Pessoa com Deficiência da Alerj, deputado Márcio Pacheco (PSC), as denúncias recebidas pela pasta tratam principalmente de equipamentos quebrados e de funcionários despreparados. — Precisamos ouvir a população. Toda quinta-feira, às 14h, acontece uma reunião ordinária da comissão aberta à população — avisa. O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB-RJ, Geraldo Nogueira, também acredita que é através da mobilização que as empresas podem se sentir pressionadas: — Quem se sentir lesado deve entrar com uma ação em um Juizado Especial Cível. Apesar dos problemas, o Rio Ônibus, Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município do Rio de Janeiro, informou que "todos os 8.600 ônibus que operam em linhas municipais do Rio já estão em conformidade com as normas e regulamentos técnicos da legislação federal".

Fonte Jornal Extra.

Coloquei essa matéria para terminar com o texto seguinte:

LINHA: 543L - Nova Iguaçu-Méier (via Engenho de Dentro)
Essa foi a minha viagem até o engenhão o elevador de acesso aos cadeirantes travou muito antes de eu estar nele resultado 15 minutos de atraso na saída até a ajuda voluntária que se transformou em elevador humano onde eu pude seguir em viagem "perigosa" pois a porta não podia fechar mas seguimos viagem em comum acordo onde o motorista perguntou:
- Vocês concordam em viajar assim mesmo?
E claro eu e os demais passageiros responderam:
- Sim vamos embora Motorista tem vascão daqui a pouco...rsrs

O Blogger Acesso-Deficiente entrou em contato com assessoria de Imprensa da Empresa de Ônibus Nova Iguaçu-Penha,e eles responderam dessa forma:
os elevadores passam por manutenções periodicamente e os problemas pontuais são resolvidos, assim que os carros chegam nas garagens.

Ou seja tive azar nesse dia. Será?

domingo, 6 de novembro de 2011

Só falta vontade politica!

Nos Deparamos todos os dias com escadas, elevadores
inadequados e portas estreitas, principalmente em construções antigas, além de apertadas vagas no estacionamento.

Trata-se de um cenário considerado como normal em uma cidade.
No entanto, esse mesmo cenário exclui um em cada mais de catorze brasileiros com determinados tipos de deficiência física.

Para alterar essa situação é preciso vontade política, face a providências que precisam ser tomadas nos edifícios utilizados pelas diversas esferas do governo, e uma luta contínua no sentido de alterar essas situações nos variados ambientes privados.

No ano de 1999, o Ministério da Educação publicou uma Portaria (número 1.679) que obrigava as universidades a se adaptarem para garantir o acesso de todos.
Apenas pequenas adaptações têm sido feitas até agora, mas sabemos bem que, conforme o caso, a acessibilidade custa caro.
Alterações diminutas, como o rebaixamento de calçadas, de entradas de prédios e de pontos de ônibus não têm custo elevado.

Pela construção de rampas, a instalação de elevadores, a abertura suficiente de portas para permitir a passagem de uma cadeira de rodas, a adaptação de banheiros significam despesas bem maiores.

Esta mudança de atitude deve-se, em parte a uma alteração substancial de mentalidade, já que, a partir da década de 80, com a conscientização levantada pelo Ano Internacional das Pessoas Deficientes, criado pela ONU, a pessoa com deficiência física passou a ser vista mais sob a ótica da sua eficiência e não tanto da deficiência.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Aprovado projeto de lei que obriga instalação de provadores adaptados?

As pessoas portadoras de deficiência física, em sua grande maioria, encontram dificuldades quando necessitam comprar suas roupas. Ainda são poucas as lojas que dispõe de provadores adaptados ao uso. “Embora amparados pelo Estatuto das Pessoas com Deficiências, muitas dificuldades ainda são enfrentadas no dia-a-dia por estas pessoas que, por alguma razão encontram-se numa situação de deficiência física  às vezes, de natureza definitiva – e privada de mecanismos estruturais que possibilitem exercer as atividades mais rotineiras, como provar uma roupa ou um calçado. Onde estão as adaptações para provadores de lojas de roupas? Ainda existem muitas dificuldades em comprar uma roupa e prova-la na hora por não ter acesso ao provador,será que a lei estar em vigor mesmo? Vamos ficar atento nós deficientes e você caro leitor desse humilde blogger contamos com vocês!


sábado, 15 de outubro de 2011

A Igreja e Acessibilidade

Será que a Igreja está preparada para receber pessoas com necessidades especiais? A Igreja precisa estar a frente do seu tempo, estando apta tanto fisicamente com acessibilidade aos cadeirantes, quanto com Ministérios específicos para deficientes auditivos, visual e etc.

Precisamos parar e pensar no outro, você estão confortáveis, podendo entrar e sair livremente. Podendo tambem ouvir os cânticos, as mensagens; e nós deficientes? Você Jovem pode ser um motivador na sua Igreja, promovendo para os nossos irmãos portadores de necessidades especiais um ambiente sadio de comunhão e amor. Esses irmãos precisam participar de uma forma mais efetiva das celebrações e às vezes a falta da acessibilidade e da inclusão limita isso.
É horrível quando somos excluídos de algum grupo por algum motivo, assim eles sentem quando são excluídos ou expostos a constrangimentos. A Igreja precisa se contextualizar nesse aspecto, não podemos ignorar a presença desses irmãos.


Há católicos que não frequentam a nossa Igreja por simples razões: os cadeirantes informam que as suas cadeiras de rodas não passam pelos espaços garantidos à circulação. Os cegos reclamam que não conseguem ter o global entendimento dos fatos que acontecem na Missa. Os surdos e surdo-cegos também não têm como participar prazerosamente dos encontros nas Igrejas em geral. Até para os idosos têm reclamações quanto a mobilidade, audição e visão nas cerimônias. Hão, outrossim que igualmente ser computados como excluídos das cerimônias as pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos.
Algumas providências bem mais simples hão que ser tomadas, de modo a beneficiar o trânsito/acesso/circulação das pessoas com mobilidade reduzida, tais como os cadeirantes, usuários de bengalas, de muletas e outros meios de locomoção. Para tanto hão que ser redimensionados os espaçamentos entre os bancos, bem como deverão ser observadas se as rampas de acesso permitem a esse seguimento uma afluência confortável, sem constrangimentos/impedimentos.

Casa da Mãe Aparecida possui estrutura especial para atender portadores de deficiência.

Acessibilidade – Preocupado também com o acesso a cadeirantes, o Santuário Nacional vêm passando por uma readequação em sua estrutura.
Veja os principais destaques:
1- Os elevadores paravam no 13º andar e agora vão até o Mirante. Antes, os deficientes só conseguiam chegar até o local se auxiliado, pois era necessário subir 2 lances de escada;
2- As rampas Oeste e Leste, do lado externo da Basílica, foram executadas dentro dos limites permitidos para atendimento às pessoas com necessidades especiais;
3- Idem rampas de acesso ao Centro de Apoio ao Romeiro;
4- Foram modificadas as inclinações de 2 rampas internas de acesso ao sub-solo;
5- Os pisos das rampas são emborrachados e anti-derrapantes;
6- Existem vagas demarcadas no estacionamento para idosos e pessoas com necessidades especiais, um total de 58 vagas;
7- Foram construídas cabines dos novos banheiros com entradas independentes para acompanhantes de pessoas com necessidades especiais;
8- O Santuário disponibiliza cadeiras para pessoas com necessidades especiais, sendo um total de 35 cadeiras no estacionamento e 10 no Centro de Apoio ao Romeiro;
9- Os corrimãos das rampas também sofreram adaptações, apresentado agora em 2 alturas;
10- Os novos sanitários do Santuário foram executados para atender pessoas com necessidades especiais, sendo 4 na Tribuna Norte, 4 no sub-solo Oeste , 4 no sub-solo NE, 10 no Centro de Apoio ao Romeiro, 10 no Centro de Eventos, 2 no Ponto de Encontro, e 4 nas Confissões, totalizando 38 novas instalações.
A minha paroquia N.S Aparecida de Nilópolis onde participo ela estar 30% com acesso a nós deficientes,precisa melhorar em alguns setores, e graças a Deus com muita fé e perceverança o espaço vem sendo criado,é uma caminhada árdua porem com Deus o caminho da vitoria é certo e nossos irmãos cadeirantes estarão 100% na nossa igreja. 
lembro-me muito bem da campanha da fraternidade de 2006:
 "Levanta-te, vem para o meio"! É frase de Jesus, dirigida ao homem com a mão atrofiada.



Representa o convite feito a todas as pessoas com deficiência para que se sintam acolhidas e valorizadas.

O lema traduz também as ações positivas propostas pela Campanha da Fraternidade de 2006 para a inclusão fraterna desses irmãos e irmãs. Essa atitude fraterna é indicada, no cartaz, pelo gesto de acolhida e pelo sorriso dos dois jovens O fundo azul transmite calma e tranquilidade. Lembra que Deus está presente.
A imagem é um apelo forte para que deixemos a condição de espectadores e nos envolvamos com ações que resgatem a dignidade das pessoas com deficiência!
O passo foi dado lá atrás em 2006 temos que só dar continuidade,unidos na mesma fé com nossos irmão cadeirantes.
‘Acolher bem também é evangelizar’

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ACESSIBILIDADE PLENA

A acessibilidade é uma condição básica para a inclusão social das pessoas com deficiências ou que tenham necessidades especiais. Numa sociedade em que cada vez mais estamos utilizando modernas tecnologias de informação e de comunicação para estudarmos, informar-nos, trabalharmos e entreter-nos, acaba sendo prioritário para todos garantir a acessibilidade plena, inclusive para a Internet. De outra parte, ao projetar os espaços, os planejadores devem pensar em todas as condições de acessibilidade, sendo mais específicos os problemas de acessibilidade e utilização de equipamentos por parte das pessoas que usam cadeiras de rodas. Ao executar ou adaptar um projeto, seus construtores não podem deixar de considerar, por exemplo, condições antropométricas específicas destes usuários, já que a cadeira de rodas impõe limites à movimentação e também ao alcance manual e visual de seus usuários.

Eis algumas características das adaptações que devem ser feitas em edifícios, nos casos de instalações pré-existentes:
- As portas devem ter um mínimo de 0,80 m de vão livre.
- As portas devem ser de fácil abertura e as maçanetas devem ser do tipo alavanca.
- Deve existir uma área resistente ao impacto eventualmente provocado por bengalas e cadeiras de roda.
- Portas de áreas confinadas, tais como de banheiros, devem ter uma área livre de aproximação de 0,60 m.

A Lei Federal nº. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dispõe sobre o atendimento e a acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, é muito clara até em certos pormenores.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Deficientes físicos encontram na dança incentivo para reabilitação

É com esses incentivos que ultrapassamos nossos limites.

Os portadores de deficiência física alcançaram algumas vitórias na luta pela inclusão na sociedade. Uma das mais notáveis conquistas foi um lugar no palco. A coluna Arte pra Vida mostra, nesta quarta-feira (26), um projeto de dança para pessoas especiais.

A coluna Arte pra Vida foi à Associação Niteroiense do Deficiente Físico (ANDF), para conhecer a companhia de dança Corpo em Movimento. O objetivo é mostrar como a arte da vida transformou e continua transformando a vida de pessoas com deficiência física.

“Os bailarinos daqui já estão há dez anos em treinamento, são profissionais. Eu trabalho, ainda assim com médicos e fisioterapeutas. Haja vista, que cada deficiência é uma e ela precisa de adaptação especial, de tratamento e cuidado especial para cada uma delas”, explica a professora Camila.

“A gente quer mostrar através da dança, toda emoção, toda capacidade, toda potencialidade que todas as pessoas têm. Nós temos limites e potencialidades, o nosso foco é na potencialidade. Por isso que nosso grupo tem esse diferencial. Quando nós vamos dançar, as pessoas se surpreendem justamente por causa disso. Elas pensam assim: vou lá ver um grupo de deficientes, vou ver um grupo de deficientes, coitadinhos, vou lá dar uma força e eles passam tanta alegria, emoção, sensualidade, mostrando justamente isso”, conta uma das organizadoras do projeto.

Henrique Pellegrino, auxiliar administrativo, conta como o grupo é importante para a recuperação dele.

“Contribuiu muito, até minha autoestima melhorou. Foi o caminho que eu encontrei para minha reabilitação. Hoje sou totalmente feliz, não é por causa de eu estar em uma cadeira de roda que eu vou deixar de fazer as coisas. Faço muito mais coisas hoje do que quando eu fazia antes quando eu andava”, relata Henrique.

Outro membro do grupo, além de dançar, pratica esporte. “Criei meu próprio estilo de jogar futebol quando estava ainda na adolescência”, conta ele, que marca um gol.

fonte: http://balanar-deficienciafisica.blogspot.com/

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Barreiras arquitectónicas

Este é um assunto muito delicado, as barreiras arquitectónicas para os deficientes físicos. Dos mais pequenos casos até grandes problemas com que estas pessoas se deparam todos os dias nas suas vidas , o que as impede e impossibilita de uma movimentação normal e sem ajudas, pela cidade. Parece que estas pessoas com problemas físicos não são considerados cidadãos o que é grave . Passamos a ver alguns casos com que nos deparamos:


Dois casos em que as calçadas não têm rampa, o que obriga os deficientes motores (cadeirantes) a movimentarem-se pela estrada , o que pode ser / é bastante perigoso e também bastante feio por toda a cidade.

 Uma concavidade depois de uma calçada. Uma pessoa com uma cadeira de rodas tem várias dificuldades em subir para o passeio; já aconteceu um deficiente motor cair de frente e machucar-se a sério neste local.



Buracos , buracos e mais buracos. Estes não só são perigosos para os deficientes motores mas também para os outros cidadãos.

Existem muitas infra-estruturas públicas,que não têm meios próprios para receber deficientes motores( rampas , elevadores...)
Para um deficiente motor se movimentar nas ruas precisa de ajuda, o que impossibilita as pessoas de se tornarem independentes de outros , ou com próprios como cadeiras motorizadas.
Detectamos inúmeras irregularidade em construções e barreiras para deficientes motores e até mesmo qualquer cidadão. Cremos que a nossa municipalidade se recorde que este grupo de pessoas com problemas físicos existem e consideramos uma necessidade premente a criação de infra-estruturas que permitam a esta faixa da nossa cidade seja também complementada.

Sugestões:

Remendar os graves desalíneos  neste campo, sem esquecer rampas, elevadores , passeios...;

Não permitir construções sem os meios necessários e infra-estruturas para beneficiar esta classe ;

Este trabalho é composto por um estudo das infra-estruturas da cidades bem como o reconhecimento dos problemas / barreiras e incluindo uma acção rápida,perspicaz e eficaz.
O direito de ir e vim é o respeito de todo Cidadão Brasileiro!

Dia 11 de outubro dia do Deficiente Fisico!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sobre o dia do Deficiente Fisico

Neste mês de outubro comemora-se o Dia do Deficiente Físico. Trata-se de uma data importante para 9 milhões de cidadãos brasileiros, suas famílias, amigos e a sociedade. Assim, no dia 11 de outubro, a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) alertou sobre a necessidade de prevenir doenças e acidentes causadores de paraplegia e tetraplegia e tem ressaltado também a importância da inclusão social. Especializada em tratamento e recuperação de pessoas portadoras de deficiência física há 55 anos, a AACD afirma que a prevenção pode contribuir para reduzir o percentual de brasileiros paraplégicos ou tetraplégicos. A prevenção tem duas vertentes: evitar acidentes (de automóveis, com armas, quedas e mergulhos) causadores de lesões traumáticas, e doenças que podem levar à deficiência, Quanto aos acidentes traumáticos, os dados são mais preocupantes. De acordo com pesquisa da Clínica de Lesão Medular da AACD, 73,4% dos deficientes tratados pela instituição adquiriram o problema por acidentes de carro, armas de fogo e queda. A AACD revela, ainda, que, deste universo, 43,5% de seus pacientes sofreram lesões em razão de acidentes por armas de fogo. Os dados estatísticos dos últimos três anos também mostram que 83,5% dos pacientes são do sexo masculino e 68,3% estão paraplégicos. De acordo com dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), há hoje, no Brasil, 24,6 milhões de pessoas portadoras de deficiências.

Leis são elaboradas para o deficiente físico,muitas delas são aprovadas mas infelizmente poucas são aplicadas.
Leis que tem como objectivo a inclusão do deficiente a sociedade,é com elas que agente se "arma" para lutar aos nossos direito: O RESPEITO DE IR E VIM!

Juntos somos mais sempre!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Abrindo as portas

Se você é cadeirante, já deve ter passado por isso: Você olha pra porta e pensa feliz: “Oba! A cadeira passa!”. Só para, em seguida, dar de cadeira na lombada e ficar triste do lado de fora… Em muitos casos como esse, há uma solução simples.
Existe um tipo de dobradiça chamada “offset” (se alguém descobrir uma boa tradução, me avise!), que desloca a porta alguns centímetros para dentro da lombada, liberando espaço precioso (2 a 5 cm), e que pode ser a diferença entre conseguir ou não entrar em um cômodo. O único porém é que deve haver algum espaço entre o vão do portal e a parede, cerca de 5 cm, para que a dobradiça funcione. Nos EUA, essas dobradiças são relativamente comuns e conhecidas pelos seguintes nomes: “offset door hinges”, “swing away door hinges” ou ainda “swing clear door hinges”. Basta fazer uma busca no Google para achar lojas online que as vendem por 15 a 20 dólares o par.













Fonte: Blogge mão na roda

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

(D)Eficiente

Esse Artigo muito bem escrito,é de um blogge que sigo da Fernanda Zago (cadeirante) e quero compartilhar com vocês leitores do Acesso-Deficiente.

Quando se fala ou pensa em acessibilidade, normalmente o foco dessa acessibilidade está voltado para os deficientes físicos e suas respectivas necessidades como rampas de acesso e elevadores. Quando se pensa na acessibilidade em escolas, faculdades e instituições de ensino, de modo geral o pensamento sobre acessibilidade não muda muito.
Nesse artigo tentarei mostrar o que é necessário para atender um aluno com deficiência visual, em relação a acessibilidade, nas escolas e faculdades. É importante ressaltar que não sou arquiteta e que as sugestões feitas por mim no decorrer desse artigo, são uma mistura de experiência pessoal e de conversas de amigos que passam por dificuldades diárias de acessibilidade em instituições de ensino.



Lei de Acessibilidade

Objetividade, é só isso que o mundo de hoje quer de nós, não é mesmo? Que assim seja. A lei de Acessibilidade, garante aos deficientes, ou pessoas com necessidades especiais, algumas coisas, como atendimento preferencial e assentos preferenciais.

Esses, são talvez, os direitos mais conhecidos pela população em geral. Entretanto, ela (a lei), vai muito além. Isso, pra não falarmos de respeito ao diferente, à pessoa humana. Está pensando que já ouviu isso antes, não é mesmo? É claro que já, com o nome de Acessibilidade Atitudinal.

Mas, como o ser humano nem sempre sabe usar esses valores, precisamos de leis que nos garantam condições mínimas de igualdade. Sendo assim, vamos ao que interessa.

Se começarmos pela parte arquitetônica, as escolas, faculdades e a bem da verdade, toda e qualquer instituição, pública ou privada, precisam antes de qualquer coisa, dar acesso aos deficientes.



Leitura complementar: Lei de Acessibilidade (nº 10.098) e Legislação e Lei de Cotas



Acessibilidade no em torno da escola ou faculdade

Ora, pode-se começar com um...

Semáforo sonoro: são faróis de trânsito com aviso sonoro, que auxiliam a travessia de deficientes visuais. Quando o farol está verde para o pedestre e vermelho para o motorista, ouve-se bipes intermitentes. Com esse recurso de acessibilidade o deficiente visual tem maior autonomia na travessia de ruas e avenidas;

Calçadas: sempre que possível, mantenha a calçada em boas condições. Evite obstáculos que dificultam ou impedem a circulação do deficiente;

Piso tátil: coloque-o no entorno da instituição, se isso não for possível, ele deverá estar a partir do ponto de ônibus ou do farol mais próximo até a instituição.

Acho que aqui pode ser feito uma pergunta: a quem cabe implantar essas ferramentas de acessibilidade? A quem recorrer, às instituições, a prefeitura ou a ambos? É uma pergunta que não sei responder, você sabe, então informe aos pais e alunos que tanto precisam saber.



Acessibilidade dentro da escola ou faculdade

Assim como no entorno da instituição, a acessibilidade deve-se fazer presente também dentro da mesma. Abaixo segue uma lista com itens relacionados à acessibilidade e material didático:

No(s) primeiro(s) dia(s) de aula, encaminhe o deficiente visual às dependências do prédio para que ele possa se ambientar ou se familiarizar com a escola;

Piso tátil dentro da instituição é obrigatório e essencial. Assim como no item anterior, encaminhe o deficiente visual à todas as áreas que possuam pisto tátil para uma familiarização. Isso é regra, não é favor!

* Piso de alerta e identificação de degraus nas escadas;

* Elevador com aviso sonoro de andar, caso haja mais de um;

* Inscrições em braille em todos os ambientes, na lateral das portas e, tanto quanto possível, inscrições ampliadas e com contraste. Não esqueça, a maioria dos deficientes visuais, não é cega e sim, baixa visão;

Como é difícil atender a necessidade dessa grande maioria (deficientes visuais com baixa visão), pois são necessidades diferentes, então, o melhor é atender o que há de mais comum entre nós, ou seja, a maioria, necessita de contraste, assim como os idosos, os míopes, etc.

Uma vez dentro da sala de aula, , os deficientes visuais precisam de ferramentas para poder acompanhar as aulas. A principal delas, tem um nome bem conhecido, mas tão pouco usado que até dói na alma. RESPEITO!
 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Portal e novo modelo de acesso ao Governo Eletrônico facilitarão vida de portadores de deficiência

Com o objetivo de melhorar a vida das pessoas que têm algum tipo de deficiência e facilitar o acesso às páginas de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento vai lançar este mês o Portal da Pessoa com Deficiência e um novo modelo de acesso ao Programa Governo Eletrônico.


O portal será lançado em 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, em parceria com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Por meio do recurso leitor de tela, um programa que sintetiza a voz humana e "lê" para o usuário o conteúdo da página eletrônica, o portal é totalmente acessível às pessoas cegas ou com visão limitada. Pela página será possível oferecer, por exemplo, serviços como a compra de automóvel adaptado a quem não tem os membros inferiores.


A página eletrônica será uma referência para os órgãos governamentais sobre como devem ser usadas as normas do novo modelo de acesso ao Programa Governo Eletrônico, o e-MAG 3.0, que será lançado junto com o portal. De acordo com o diretor da SLTI, João Batista Ferri, é a tecnologia da informação (TI) sendo usada para democratizar o acesso dos brasileiros aos dados e serviços governamentais na internet. O programa contém orientações sobre como criar e desenvolver sites, portais e serviços na acessíveis aos deficientes e idosos e também a quem tem baixo grau de escolaridade e pouca intimidade com os recursos da informática.


De acordo com a coordenadora-geral de Prestação de Serviço por Meio Eletrônico da SLTI, Fernanda Lobato, o novo modelo de acesso ao Governo Eletrônico vai permitir que mais pessoas tenham condições de entrar nas páginas dos órgãos públicos federais na internet, inclusive portadores de qualquer tipo de deficiência. Ela explicou que a versão atual, lançada há cinco anos, está tecnologicamente desatualizada.


Entre os destaques da nova versão está a padronização dos atalhos do teclado do computador. Não importa em que página o internauta navegue, os atalhos de teclado que ele costuma usar vão servir para todas as outras páginas eletrônicas de órgãos públicos. Serão padronizados atalhos de busca, navegação e conteúdo, entre outros, para atender às necessidades dos deficientes visuais, auditivos e motores.

 
Fernanda Lobato disse que, atualmente, apenas 5% das páginas de órgãos públicos federais na internet oferecem acesso aos deficientes. A nova tecnologia vai ampliar esse percentual. No caso dos órgãos públicos estaduais, de acordo com dados do Censo da Web de 2010, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGIBr), Lobato informou que o acesso pleno só é possível em apenas 2% dos portais públicos.


Se, até agora, a grande maioria dos deficientes precisava sair de casa para resolver pendências em órgãos públicos, com o novo programa será possível resolver inúmeros problemas usando apenas um computador com acesso à internet.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

COMO FAZER A VIDA DOS DEFICIENTES FÍSICOS MAIS LIVRE E ACESSÍVEL


Recebi esse texto de Rodrigo Garcia deputado federal e Secretario de estado de desenvolvimento social.
Pedi como resposta se eu poderia coloca-lo aqui no blogger,eu disse a ele que se as coisas fossem feitas da maneira que pensamos não teríamos tantos problemas,devemos sempre perseverar naquilo que acreditamos que é nossa inclusão social.
Recentemente, os problemas que enfrentam os deficientes físicos estão sendo expostos com mais regularidade na mídia. Isso é muito positivo para conscientizar a população das dificuldades, ensiná-las a lidar com uma pessoa deficiente, mas também para chamar a atenção das autoridades competentes a fim de tomarem medidas que facilitem a vida dessas pessoas.

Nascer ou adquirir uma deficiência física faz com que o indivíduo se torne profundamente dependente de outros. Precisar da ajuda de alguém para tomar banho, escovar os dentes ou comer é algo que traz certo sentimento de angústia e humilhação. É importante lembrar que adquirir uma deficiência pode acontecer com qualquer um. As estatísticas mostram que 80% das pessoas que ficam paraplégicas têm entre 16 e 25 anos, geralmente por acidentes no trânsito causados ou não pelas pessoas que estão conduzindo. Beber e dirigir, ser imprudente, negligente pode levar a consequências muito graves, como a deficiência física. Além de colocar em risco a sua vida, você também está colocando a vida dos outros.
Segundo estimativas do IBGE, há no Brasil 28 milhões de pessoas com deficiência, uma parcela muito considerável da população que enfrenta uma vida de privações. A falta de infraestrutura na grande maioria dos estabelecimentos, como restaurantes, hotéis e cinemas, impossibita que a pessoa com deficiência frequente esses lugares, obrigando-a a mudar seu comportamento.
Locomover-se pelas ruas também é outro desafio. Nas cidades grandes é mais fácil achar ônibus adaptados e equipados, mas no interior a situação é bem mais complicada. Sabendo dessas necessidades, procuro lutar para tornar a vida desses brasileiros mais digna e acessível. Em Guariba, cidade do interior de São Paulo, consegui liberar uma verba no valor de R$ 150 mil para a aquisição de um microônibus adaptado. Com esse veículo, a locomoção dessas pessoas ficará muito mais fácil, devolvendo a elas um bem muito importante para o ser humano: a liberdade de ir e vir.
Sei que isso ainda é pouco, mas é importante que cada um faça a sua parte na inserção dessas pessoas na vida social e no mercado de trabalho. Perder a locomoção de pernas ou braços é algo muito difícil de lidar, mas cada um pode ajudar no que estiver ao seu alcance, seja fazendo doações a instituições especializadas, seja auxiliando um cadeirante a utilizar o transporte público. Como político, intercedo junto aos órgãos competentes para que, mesmo com esses entraves, os deficientes físicos possam viver uma vida com mais dignidade.

Texto: Rodrigo Garcia (Deputado Federal).

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

11 DE OUTUBRO DIA DO DEFICIENTE FÍSICO


Quando a sociedade não dá o mínimo de condições para que pessoas portadoras de deficiência física exerçam sua cidadania, percebemos essa falta de preparo ao lidar com pessoas diferentes.
Simples atos do dia-a-dia e aspectos fundamentais na vida de qualquer um, como andar em um ônibus, ir a um banco ou supermercado ou simplesmente andar pelas ruas se torna muito difícil quando se necessita de ajuda de terceiros. Os impedimentos na vida dos deficientes devem ser eliminados, mas não por piedade. É direito constitucional do deficiente ser incluído na sociedade. E os deficientes são pessoas produtivas, a debilidade de um membro não significa a debilidade da mente.
No Brasil, desde o dia 24 de outubro de 1989, vigora uma lei que assegura aos deficientes o exercício de seus direitos individuais e sociais, além de sua efetiva integração social. Em termos reais, isso significa que os valores básicos de igualdade e oportunidade devem ser respeitados, assim como de qualquer pessoa. Os deficientes, levando em conta suas limitações, têm direito à oferta de educação especial gratuita, atendimento domiciliar de saúde ao deficiente grave, inserção no mercado de trabalho no setor público e privado e facilidade de acesso em edificações e vias públicas.
Juntos Somos mais!





quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cadeirantes - a sua cidade pensa neles?


egundo estatísticas, há 24,5 milhões de portadores de deficiências no Brasil.  Boa parte deles necessitam de cadeira de rodas para se locomoverem, são os chamados cadeirantes. Muitos tem uma vida ativa, trabalham e estudam e, por isso, precisam se movimentarem pelas cidades. Mas será que os municípios brasileiros, principalmente os grandes centros urbanos, estão preparados para proporcionar o bem estar desses cidadãos?

Tomando como base a cidade de São Paulo, que é a capital com o maior número de cadeirantes, há estações de metrô e trem com rampas de acesso e elevadores, mas, infelizmente, algumas ainda não possuem essa infra-estrutura. Há ônibus e táxis que são adaptados, mas ainda em um número pequeno. Outro grande problema é na hora do lazer, pois muitas salas de cinema e teatro, bares e restaurantes, por exemplo, ainda não se adaptaram à esse público. Existem calçadas que não são rebaixadas, principalmente na periferia, dificultando a locomação nas vias públicas. Acho que é preciso fazer muita coisa, você não acha?
Acredito que, numa sociedade tão individualista como é a de hoje, muitos sequer param e imaginam como deve ser difícil a vida de um cadeirante. E digo pensar não em uma maneira que aflore o sentimento de pena, mas sim que eles também tem direitos como qualquer outro cidadão. Por que então toda a população não abraça essa causa? Todos só teriam a ganhar.

03 de dezembro é o Dia Internacional do Portador de Deficiência.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dicas de Mobilidade para cadeirante


Dando continuidade as dicas agora de Mobilidade para Cadeirante


Lidar com pessoas deficientes parece uma tarefa difícil, pois na maioria das vezes não sabemos como reagir quando nos deparamos com algo ou alguém diferente de nós, até mesmo para o diálogo, encontramos limitações e constrangimentos. O primeiro passo é compreender que não há nada de anormal entre as pessoas, por dádiva de Deus todo o ser humano é diferente, pois cada um é único, até mesmo os gêmeos são distintos.

Auxilio a mobilidades para cadeirante:

· A cadeira de rodas faz parte de seu corpo, por isso esta passa a ser respeitada e muda seu contexto de simples objeto para integração corporal. Ofereça ajuda antes de “tocar na pessoa” se ela precisar irá orientar o que fazer.

· Sem constrangimento utilize as palavras: caminhar e correr. (Afinal não se anda somente com pernas, mas também sobre rodas, a dinâmica do agir é a mesma).

· Olhos nos olhos – É muito desconfortável para o cadeirante ficar conversado e olhando para cima, o ideal é manter uma proporção então se sente para garantir um diálogo saudável.

· Prefira descer degraus ou rampas inclinados com a marcha ré da cadeira.

· Quando saírem para passeio ou evento social, certifique-se sobre as barreiras arquitetônicas do local (restaurantes, cinemas, teatros, etc.)

· Não seja inconveniente e oriente também as crianças a não brincar com a cadeira de rodas, nem fazê-la de carro de Fórmula 1.

domingo, 4 de setembro de 2011

Dicas de como lidar com portadores de deficiências


Esse Blogger tem como objetivo mostrar lugares de dificil acesso ou acesso errado para um portador de deficiência Física.
Mas essas dicas não poderia faltar por aqui, pois o que mas acontece são as partes erradas desse texto. Educar é sempre bom!

- Errado: Evitar falar com os portadores de deficiência sobre coisas que uma pessoa normal pode fazer e eles não.
- Certo: Conversar normalmente, falando sobre todos os assuntos, pois é bom para eles saberem mesmo das coisas que não podem ouvir, ver ou participar por causa da limitação de movimentos.

- Errado: Elogiar ou depreciar uma pessoa portadora de deficiência, somente por ela ser limitada.
- Certo: Tratá-lo como alguém com limitações específicas da deficiência, porém com as mesmas qualidades e defeitos de qualquer ser humano.

- Errado: Superproteger a pessoa, fazendo coisas por ela.
- Certo: Permitir que ela desenvolva ao máximo suas potencialidades, ajudando-a apenas quando for realmente necessário.

- Errado: Chamar a pessoa pelo apelido relativo à sua deficiência (ex:surdinho, surdo, mudo, cego, maneta etc.)
- Certo: Chamar a pessoa pelo nome, como se faz com qualquer outra pessoa.

- Errado: Dirigir-se à pessoa cega como se ela fosse surda, fazendo esforço para que ela ouça melhor. O cego não é surdo.
- Certo: Conversar com o cego em tom de voz normal.

- Errado: Demonstrar pena.
- Certo: Tratar a pessoa como alguém capaz de participar da vida em todos os sentidos.


03 de dezembro é o Dia Internacional do Portador de Deficiência.



sábado, 3 de setembro de 2011

Dificuldades no dia-a-dia de um portador de deficiência

Uma Matéria tirada do site www.bonde.com.br uma educação passada a limpo porque a acessibilidade ao portador não é a única dificuldade. 


Censo demográfico de 2000, aponta que são 24,5 milhões de brasileiros com alguma deficiência. 

No Brasil, a maior parte das pessoas com deficiência física, auditiva, visual e mental está alijada do mercado de trabalho. Estudos mostram que há aproximadamente seis milhões de pessoas com deficiência em idade economicamente ativa, dos quais um milhão deve estar no mercado de trabalho informal e apenas 158 mil legalmente empregada com garantias trabalhistas e benefícios. 

A razão de muitas pessoas com deficiência estarem à margem do mercado de trabalho está diretamente ligada às poucas oportunidades que têm de ingressar em cursos e treinamentos profissionais, o que resulta em baixa qualificação para o exercício do trabalho. 

O Brasil está muito atrasado em relação ao primeiro mundo no que se refere às políticas de emprego voltadas ao deficiente físico. A avaliação é de Steven Dubner, presidente da Associação Desportiva para Deficientes (ADD). 

Para Dubner, ainda há muito a se fazer no Brasil quando o assunto é a contração de deficientes físicos. Pela legislação do Ministério do Trabalho, empresas com mais de mil funcionários são obrigadas a ter pelo menos 5% de deficientes em seu quadro de funcionários. Há, inclusive, multa prevista de R$ 5 mil para cada funcionário deficiente que as companhias deixarem de contratar. Mas, na prática, a lei é pouco aplicada. 

A culpa, na avaliação do presidente da ADD, não se restringe somente às companhias. "Quando uma empresa decide contratar deficientes físicos, provavelmente não vai conseguir apenas com boa vontade", diz. Isso porque, segundo estimativas do executivo, menos de 2% dos deficientes físicos no país têm segundo grau completo. Dificuldades como a falta de transporte adaptado nas grandes cidades acabam interferindo na vida escolar do deficiente físico e atrapalham, posteriormente, na hora de conseguir um emprego. 

Se antes a principal causa de paraplegia era a poliomielite, agora são os acidentes de carro e as seqüelas de tiros. De acordo com Dubner, quase 550 pessoas ficam com problemas por causa de acidentes de carro por dia no país. 

03 de dezembro é o Dia Internacional do Portador de Deficiência.




terça-feira, 30 de agosto de 2011

Lutar para não ficar em lugares públicos isolados


Vice-presidente da Frente em Defesa da Pessoa com Deficiência na Câmara, o deputado Romário (PSB-RJ) cobrou do Consórcio Arena Salvador, com quem esteve reunido na tarde desta segunda-feira (29), um projeto que leve em conta as necessidades dos deficientes físicos. Para o tetracampeão, que é pai de uma menina com necessidades especiais, é necessário que haja a possibilidade de todos usufruírem plenamente da praça esportiva. "Defendo que o deficiente possa ver o jogo de onde ele quer e não somente em uma área isolada. Tem que ter acesso para todos os espaços. Dentro do campo, do vestiário, na arquibancada", afirmou. Romário disse ter entregado aos membros do consórcio um documento elaborado pela Fifa com as recomendações de acessibilidade para os novos estádios.

Eu Nunca concordei com essa gratuidade em lugares publico com "ACESSO" em que ficamos isolados, o mas legal é quando você sai com seus amigos e todos possam ficar juntos.
Uma vez fui passar o feriado de Carnaval num retiro católico (comunidade canção nova),cheguei por volta das 20:30hrs todos naquela euforia por estar num lugar tão lindo,procurando um lugar para colocar nossas barracas tínhamos combinado que todos fossem ficar juntos,colocando uma barraca ao lado da outra (vizinhos de barracas),começamos a montar,mais onde tudo parecia animado foi começando a ficar desagradável chegando o responsável do local dizendo que não podia montar a barraca ali porque não era vaga pra deficiente, e que eu tinha que sair dali e com um acompanhante para outro local mas isolado (vaga para deficiente),não sei se Deus me fez passar esse retiro (eu acredito que sim) mais depois de longas discussões fui conversar com o responsável e fui logo direto naquilo que eu sentia no momento:
_ o sr gostaria de estar num lugar longe e isolado dos seus amigos já que todos vieram juntos e gostaria de estar junto?
Depois de uns segundos de reflexão ele respondeu com lágrimas:
irmão me desculpe eu e a canção nova não estamos preparada para essa situação,são centenas de jovens que vem e vão e não me deparei com essa situação com você e te agradeço por estar me fazendo passar.
E nisso ele pegou um fita reservou o local para mim e os meu amigos e ficamos todos unidos como vizinhos de barracas.
E esse meus amigos leitores foi o primeiro dia,agora imagine os dois dias restante que fiquei?
Vale ressaltar que ficaram me procurando para saber como eu estava (sem necessidade).
Disso tudo a Canção Nova não é diferente dos demais locais mais tem toda a instrutura para deixa locais de acesso pra deficiente (sem colocar ele isolado),pois eu tive as mesmas dificuldades em qualquer lugar publico que vou.
Parabéns a Canção Nova por essa obra maravilhosa de evangelização mais tem suas falhas humanas que Deus vai corrigir com sua graça.
Ha! E ao deputado Romário pela bela iniciativa meus parabens!

E isso é só o começo!

Tecnologia em prol da acessibilidade e Ajuda Bem Vinda


Mais uma Garimpada nas paginas da Internet encontrei essa matéria do Correio Brazilience.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O DIREITO DE IR E VIR COM INDEPENDÊNCIA


Uma simples análise do crescimento das cidades nos mostra que geralmente o seu crescimento, no que diz respeito à arquitetura e ao urbanismo, não levou em consideração as necessidades de todos que dela fazem parte.

Prover a acessibilidade para todos é ainda um grande desafio que enfrentamos e este objetivo somente será atingido com a eliminação das barreiras arquitetônicas urbanísticas, da edificação, do transporte e da comunicação.

Assim, entende-se por cidade com acessibilidade para todos aquela que nas suas edificações, seu urbanismo, seu transporte e nos seus meios de comunicação, traz condições que permitam a qualquer pessoa a sua utilização com autonomia e segurança.

A cada dia surgem novas idéias e projetos de edificações que vão tecendo, dando forma e delimitando a cidade. Essas edificações são elementos e texturas formando um grande aglomerado de necessidades e facilidades criado pelo homem e para o homem.

Hoje as novas idéias e projetos que surgem devem seguir o conceito de acessibilidade para todos, pois uma cidade é de todos, feita por todos e deve servir a todos. Suas ruas, suas praças, seus parques e seus edifícios devem ser projetados para atender a todos e não somente uma parcela da população.

A sociedade da qual todos fazemos parte, da qual somos célula integrante, não deve resumir-se a elementos de inclusão ou exclusão. Nós todos somos a sociedade e as várias comunidades que a compõem são partes diferentes entre si, mas igualmente importantes e de expressão única.

Portanto a arquitetura desenvolve um papel importante na história, no processo de compreensão da sociedade como um todo único. Toda e qualquer idéia ou projeto deve ter um nascer respeitando o conceito de "acessibilidade para todos". Todo e qualquer cidadão - a pessoa idosa, a pessoa com deficiência, a gestante, o obeso, a criança - tem o livre direito de locomover-se pela cidade, usufruir dela, participar e cooperar no seu desenvolvimento.

A eliminação dessas barreiras e o entendimento de que novas barreiras não devem ser construídas passará a ser uma realidade para profissionais como arquitetos, engenheiros, urbanistas, pois devemos planejar, projetar e construir levando em consideração as limitações, capacidades e necessidades que as pessoas apresentam.

Assim, devemos entender de uma vez por todas que não são as pessoas que são portadoras de deficiência e sim as edificações, transportes, praças, as cidades em geral, que são planejados e projetados com conceitos ultrapassados, ineficientes para o uso do homem (eu, você, todos).

José Almeida Lopes Filho
arquiteto especialista em acessibilidade

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Dificuldades Para Deficientes Físicos

A Deficiência do Urbanismo
(por Brad Pághanni)

A decisão do governo, foi que todos os prédios públicos facilitassem o acesso aos deficientes físicos. Caso a lei seja descumprida, a multa poderá chegar 10 mil reais por dia.
A dificuldade para os deficientes físicos - aumenta quando não se tem o apoio devido, em adaptações e bons planos urbanísticos e arquitetônicos.
Essa lei faz com que a deficiência do urbanismo reduza de uma forma considerável.
Paralelo a esta atitude, podemos encontrar diversas formas de ajuda para pessoas que têm deficiência física. Projetos sociais ajudam nessa luta.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência



Entre os dias 20 e 27, a prefeitura de Resende realizará a Semana Municipal de Valorização da Pessoa com Deficiência, que tem por finalidade destacar a importância das iniciativas de acessibilidade e inclusão na sociedade deste segmento da população.

De acordo com a coordenadora do Cemae (Centro de Atendimento ao Educando), da Secretaria Municipal de Educação, Terezinha Saloto, a programação prevê palestras voltadas para profissionais da educação, mas abertas à comunidade, pais e responsáveis por alunos da rede municipal portadores de deficiência, além de atividades de esporte e lazer.

Um dos destaques da programação será a inauguração das obras e reforma da Escola Municipal de Educação Especial Rompendo o Silêncio (Alvorada), cujo nome passa a ser Escola Municipal Bilíngue Rompendo o Silêncio. A escola contará agora com o apoio do Cedear (Centro de Atendimento Auditivo de Resende), que, por meio de uma equipe multidisciplinar, oferecerá exame de audiometria, avaliação e atendimento fonoaudiológico e atendimento psicológico aos estudantes.

Entre as obras realizadas pela prefeitura na Escola Rompendo o Silêncio, estão a construção de uma quadra de esportes coberta, a adequação dos banheiros e de outros ambientes, além da readequação dos espaços físicos destinados à realização das atividades com os alunos. A inauguração acontecerá às 10h de sábado.

Segundo a secretária municipal de Educação, professora Soraia Balieiro, a Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência visa estimular ainda mais o debate sobre a importância da inclusão social para as pessoas com deficiência, abrindo um espaço de contato direto com outros segmentos da sociedade, no sentido de ampliar as ações voltadas à promoção humana e à inclusão social.

A Semana Municipal de Valorização da Pessoa com Deficiência está sendo possível graças a uma ação integrada entre as seguintes secretarias municipais: Educação, Saúde e Assistência Social; a Funresp (Fundação Resende Esportes) e o Programa Gente Eficiente, que foi lançado há cerca de dois anos pela administração do prefeito José Rechuan (DEM).

Parabéns a Prefeitura de Resende pela iniciativa,que sirva de exemplo para a nossa Prefeitura de Nilópolis e as demais secretarias: esporte e lazer(se é que existe),secretaria de cultura.
Os Irmãos cadeirantes em geral agradece.

Rampas nas calçadas devem ficar rentes a rua


Repare nesse absurdo do acesso-deficiente.

Estou em residência nova. Mas no Condomínio onde vim morar, a acessebilidade é deficitária. No bloco onde vou morar não há rampa; na porta de acesso há dois degraus. Como ganhei o material para uma rampa metálica, não precisarei contar com uma possível feita pelo condomínio; nem esperar por isso.

Mas terei que reivindicar as rampas nas calçadas internas. As que existem, é um atentado a segurança de um cadeirante. Se chamam aquilo de rampas, deveriam ser punidos. Como não tenho câmera, vou pedir a quem tenha para fotografar e trarei para cá.

Nas calçadas externas ao condomínio, as rampas não morrem a zero. Algo que também terei que pedir por reparos. Ou que façam como a da foto. Um belo exemplo que fizeram aqui, nesse município. Eu trouxe a foto dessa reportagem.

E, por uma sobrinha Engenheira, trago que:

Do ponto de vista da Engenharia e da Ergonomia, as Normas Regulamentadoras da ABNT recomendam que rampas não excedam uma inclinação de 10º (porque esse é o valor a partir do qual deficientes físicos em cadeiras de roda se tornam incapazes de permanecer parados em uma rampa sem rolarem para baixo caso soltem as rodas).

Não observando restrições horizontais, o ideal, para termos uma rampa com 10 graus de inclinação, seria uma com um mínimo de 1,30m de comprimento.

fonte: Diário de bordo de uma cadeirante

EXEMPLO A SER SEGUIDO!




Serão investidos R$ 8 milhões em passeios e meios-fios

O Distrito Federal vai ganhar mais 100 mil metros quadrados de calçadas com acessibilidade nos próximos dias. Está publicado no Diário Oficial de ontem o aviso de licitação da Novacap para construção dos passeios, que serão implantados em vários pontos do DF, atendendo demandas das administrações.

Serão investidos R$ 8 milhões em calçadas e meios-fios com rampas para acesso dos portadores de necessidades especiais*. O novo processo é para calçadas em concreto polido com oito centímetros de espessura, garantindo durabilidade e beleza.

Segundo o secretário de Obras, Oto Silvério Guimarães, o objetivo é começar as obras assim que todos os prazos forem cumpridos. “Nossa intenção é atender, no menor tempo possível, a uma das grandes demandas da população que é a construção de calçadas com acessibilidade”, diz, acrescentando que outros 100 mil metros quadrados de calçadas já estão assegurados por outra licitação de 8 de agosto, totalizando 200 mil metros quadrados.

Além da concorrência para calçadas, foi publicado no DODF o aviso de licitação para contratação do serviço de roçagem. As empresas a serem contratadas serão as responsáveis pela manutenção da área verde de seis grandes regiões do DF, onde farão o corte de grama e roçagem do mato.






Fonte: Secretaria de obras (Brasilia).



texto: blog Deficiente Ciente



É assim que começa dando sempre os primeiros passos, que as autoriddes do nosso municipio de Nilópolis siga esse exemplo.

* Obs: A terminologia correta, segundo a Convenção da ONU e a Legislação Nacional do Brasil é Pessoa com Deficiência (Nota do blog Deficiente Ciente).



Essa tal Acessibilidade na Web





Garimpando nas paginas da Internet,encontrei essa matéria interessante.

A acessibilidade é um conceito que ganhou foco da web há pouco tempo, quando deficientes visuais começaram a ganhar processos judiciais contra empresas que tinham web sites sem uma versão que pudesse ser acessada por usuários com programas leitores de tela. Mas a acessibilidade não tange somente à deficiência visual: um site acessível deve ter sido construído preocupando-se sempre com o que ele vai exigir também de capacidade motora, recursos técnicos, largura de banda e capacidade auditiva. Vale lembrar que um site com uma abertura em Flash pesada, que não tenha a opção de pular esta abertura para exibir seu conteúdo, não poderá ser acessado corretamente por pessoas que utilizam conexão discada ou que não tenham o Flash Player instalado. Além disso, páginas que exigem que o usuário clique em pontos específicos da tela, arrastem elementos ou movam barras de rolagem estreitas exigem uma coordenação motora impossível para usuários com braços fraturados, problemas nervosos ou visão limitada.

O W3C, consórcio responsável pela criação e homologação de padrões para a Internet, apresenta um conjunto de 14 diretrizes a serem seguidas pelos desenvolvedores web para garantir que o site seja acessível por qualquer pessoa que esteja interessada nele. Estas diretrizes incluem regras com relação à exibição de vídeos, imagens, legendas, versões alternativas de conteúdo, e possibilitam a classificação dos sites considerados acessíveis em 3 níveis, conhecidos como “3 A’s”, dependendo do grau de necessidade das diretrizes que foram seguidas. O grau mais alto é o “AAA”. Esta lista de diretrizes pode ser acessada em sua versão original através do endereço http://www.w3.org/TR/WCAG/. A versão em português está disponível em http://www.geocities.com/claudiaad/acessibilidade_web.html. As diretrizes do W3C são as mais recomendadas por considerarem quase todos os tipos de limitações que os usuários podem encontrar, além de orientar sobre as alternativas que garantem a acessibilidade e fornecer um guia de validação para a produção HTML. E é somente seguindo estas diretrizes que um site pode ganhar o selo de acessibilidade.

A PRODAM (empresa de tecnologia da informação e comunicação do município de São Paulo) cita em seu site que, de acordo com o CENSO do IBGE de 2000, quase 25 milhões de brasileiros têm pelo menos uma deficiência. Além disso, existem diversas leis de universalização da informação e igualdade entre cidadãos que só podem ser seguidas se a sua página não faz com que cidadãos com deficiências sintam-se excluídos de sua audiência. Vale lembrar, também, que a acessibilidade amplia consideravelmente o público de um site, o que a transforma em uma decisão estratégica. A Europa é pioneira na popularização da acessibilidade e na produção de conteúdo sobre este tema. No site português http://visibilidade.net/ferramentas-bibliografia/ferramentas-acessibilidade.html podemos encontrar uma lista interessante com ferramentas para desenvolvimento e validação de páginas acessíveis.

Por exigir uma preocupação constante com a implementação de recursos que ainda não possuem um equivalente que respeite as deficiências dos usuários e de seus equipamentos, a acessibilidade é vista com maus olhos por alguns profissionais da criação. Esta é uma postura precipitada e egoísta, pois existem muitas soluções criativas que tornam o site atraente tanto para o usuário comum quanto para aquele com alguma necessidade especial, além de diversas alternativas simples para os recursos de mídia. Caso você ainda tenha alguma dúvida sobre que postura tomar com relação à acessibilidade, assista o vídeo Acessibilidade Web – Custo ou Benefício, disponível no endereço http://acessodigital.net/video.html. Certamente será mais fácil adotar este conceito após conhecer os exemplos de vida deste filme.





fonte: Webinsider
Autora: Daniella Castelucci