quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sobre o dia do Deficiente Fisico

Neste mês de outubro comemora-se o Dia do Deficiente Físico. Trata-se de uma data importante para 9 milhões de cidadãos brasileiros, suas famílias, amigos e a sociedade. Assim, no dia 11 de outubro, a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) alertou sobre a necessidade de prevenir doenças e acidentes causadores de paraplegia e tetraplegia e tem ressaltado também a importância da inclusão social. Especializada em tratamento e recuperação de pessoas portadoras de deficiência física há 55 anos, a AACD afirma que a prevenção pode contribuir para reduzir o percentual de brasileiros paraplégicos ou tetraplégicos. A prevenção tem duas vertentes: evitar acidentes (de automóveis, com armas, quedas e mergulhos) causadores de lesões traumáticas, e doenças que podem levar à deficiência, Quanto aos acidentes traumáticos, os dados são mais preocupantes. De acordo com pesquisa da Clínica de Lesão Medular da AACD, 73,4% dos deficientes tratados pela instituição adquiriram o problema por acidentes de carro, armas de fogo e queda. A AACD revela, ainda, que, deste universo, 43,5% de seus pacientes sofreram lesões em razão de acidentes por armas de fogo. Os dados estatísticos dos últimos três anos também mostram que 83,5% dos pacientes são do sexo masculino e 68,3% estão paraplégicos. De acordo com dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), há hoje, no Brasil, 24,6 milhões de pessoas portadoras de deficiências.

Leis são elaboradas para o deficiente físico,muitas delas são aprovadas mas infelizmente poucas são aplicadas.
Leis que tem como objectivo a inclusão do deficiente a sociedade,é com elas que agente se "arma" para lutar aos nossos direito: O RESPEITO DE IR E VIM!

Juntos somos mais sempre!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Abrindo as portas

Se você é cadeirante, já deve ter passado por isso: Você olha pra porta e pensa feliz: “Oba! A cadeira passa!”. Só para, em seguida, dar de cadeira na lombada e ficar triste do lado de fora… Em muitos casos como esse, há uma solução simples.
Existe um tipo de dobradiça chamada “offset” (se alguém descobrir uma boa tradução, me avise!), que desloca a porta alguns centímetros para dentro da lombada, liberando espaço precioso (2 a 5 cm), e que pode ser a diferença entre conseguir ou não entrar em um cômodo. O único porém é que deve haver algum espaço entre o vão do portal e a parede, cerca de 5 cm, para que a dobradiça funcione. Nos EUA, essas dobradiças são relativamente comuns e conhecidas pelos seguintes nomes: “offset door hinges”, “swing away door hinges” ou ainda “swing clear door hinges”. Basta fazer uma busca no Google para achar lojas online que as vendem por 15 a 20 dólares o par.













Fonte: Blogge mão na roda

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

(D)Eficiente

Esse Artigo muito bem escrito,é de um blogge que sigo da Fernanda Zago (cadeirante) e quero compartilhar com vocês leitores do Acesso-Deficiente.

Quando se fala ou pensa em acessibilidade, normalmente o foco dessa acessibilidade está voltado para os deficientes físicos e suas respectivas necessidades como rampas de acesso e elevadores. Quando se pensa na acessibilidade em escolas, faculdades e instituições de ensino, de modo geral o pensamento sobre acessibilidade não muda muito.
Nesse artigo tentarei mostrar o que é necessário para atender um aluno com deficiência visual, em relação a acessibilidade, nas escolas e faculdades. É importante ressaltar que não sou arquiteta e que as sugestões feitas por mim no decorrer desse artigo, são uma mistura de experiência pessoal e de conversas de amigos que passam por dificuldades diárias de acessibilidade em instituições de ensino.



Lei de Acessibilidade

Objetividade, é só isso que o mundo de hoje quer de nós, não é mesmo? Que assim seja. A lei de Acessibilidade, garante aos deficientes, ou pessoas com necessidades especiais, algumas coisas, como atendimento preferencial e assentos preferenciais.

Esses, são talvez, os direitos mais conhecidos pela população em geral. Entretanto, ela (a lei), vai muito além. Isso, pra não falarmos de respeito ao diferente, à pessoa humana. Está pensando que já ouviu isso antes, não é mesmo? É claro que já, com o nome de Acessibilidade Atitudinal.

Mas, como o ser humano nem sempre sabe usar esses valores, precisamos de leis que nos garantam condições mínimas de igualdade. Sendo assim, vamos ao que interessa.

Se começarmos pela parte arquitetônica, as escolas, faculdades e a bem da verdade, toda e qualquer instituição, pública ou privada, precisam antes de qualquer coisa, dar acesso aos deficientes.



Leitura complementar: Lei de Acessibilidade (nº 10.098) e Legislação e Lei de Cotas



Acessibilidade no em torno da escola ou faculdade

Ora, pode-se começar com um...

Semáforo sonoro: são faróis de trânsito com aviso sonoro, que auxiliam a travessia de deficientes visuais. Quando o farol está verde para o pedestre e vermelho para o motorista, ouve-se bipes intermitentes. Com esse recurso de acessibilidade o deficiente visual tem maior autonomia na travessia de ruas e avenidas;

Calçadas: sempre que possível, mantenha a calçada em boas condições. Evite obstáculos que dificultam ou impedem a circulação do deficiente;

Piso tátil: coloque-o no entorno da instituição, se isso não for possível, ele deverá estar a partir do ponto de ônibus ou do farol mais próximo até a instituição.

Acho que aqui pode ser feito uma pergunta: a quem cabe implantar essas ferramentas de acessibilidade? A quem recorrer, às instituições, a prefeitura ou a ambos? É uma pergunta que não sei responder, você sabe, então informe aos pais e alunos que tanto precisam saber.



Acessibilidade dentro da escola ou faculdade

Assim como no entorno da instituição, a acessibilidade deve-se fazer presente também dentro da mesma. Abaixo segue uma lista com itens relacionados à acessibilidade e material didático:

No(s) primeiro(s) dia(s) de aula, encaminhe o deficiente visual às dependências do prédio para que ele possa se ambientar ou se familiarizar com a escola;

Piso tátil dentro da instituição é obrigatório e essencial. Assim como no item anterior, encaminhe o deficiente visual à todas as áreas que possuam pisto tátil para uma familiarização. Isso é regra, não é favor!

* Piso de alerta e identificação de degraus nas escadas;

* Elevador com aviso sonoro de andar, caso haja mais de um;

* Inscrições em braille em todos os ambientes, na lateral das portas e, tanto quanto possível, inscrições ampliadas e com contraste. Não esqueça, a maioria dos deficientes visuais, não é cega e sim, baixa visão;

Como é difícil atender a necessidade dessa grande maioria (deficientes visuais com baixa visão), pois são necessidades diferentes, então, o melhor é atender o que há de mais comum entre nós, ou seja, a maioria, necessita de contraste, assim como os idosos, os míopes, etc.

Uma vez dentro da sala de aula, , os deficientes visuais precisam de ferramentas para poder acompanhar as aulas. A principal delas, tem um nome bem conhecido, mas tão pouco usado que até dói na alma. RESPEITO!
 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Portal e novo modelo de acesso ao Governo Eletrônico facilitarão vida de portadores de deficiência

Com o objetivo de melhorar a vida das pessoas que têm algum tipo de deficiência e facilitar o acesso às páginas de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento vai lançar este mês o Portal da Pessoa com Deficiência e um novo modelo de acesso ao Programa Governo Eletrônico.


O portal será lançado em 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, em parceria com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Por meio do recurso leitor de tela, um programa que sintetiza a voz humana e "lê" para o usuário o conteúdo da página eletrônica, o portal é totalmente acessível às pessoas cegas ou com visão limitada. Pela página será possível oferecer, por exemplo, serviços como a compra de automóvel adaptado a quem não tem os membros inferiores.


A página eletrônica será uma referência para os órgãos governamentais sobre como devem ser usadas as normas do novo modelo de acesso ao Programa Governo Eletrônico, o e-MAG 3.0, que será lançado junto com o portal. De acordo com o diretor da SLTI, João Batista Ferri, é a tecnologia da informação (TI) sendo usada para democratizar o acesso dos brasileiros aos dados e serviços governamentais na internet. O programa contém orientações sobre como criar e desenvolver sites, portais e serviços na acessíveis aos deficientes e idosos e também a quem tem baixo grau de escolaridade e pouca intimidade com os recursos da informática.


De acordo com a coordenadora-geral de Prestação de Serviço por Meio Eletrônico da SLTI, Fernanda Lobato, o novo modelo de acesso ao Governo Eletrônico vai permitir que mais pessoas tenham condições de entrar nas páginas dos órgãos públicos federais na internet, inclusive portadores de qualquer tipo de deficiência. Ela explicou que a versão atual, lançada há cinco anos, está tecnologicamente desatualizada.


Entre os destaques da nova versão está a padronização dos atalhos do teclado do computador. Não importa em que página o internauta navegue, os atalhos de teclado que ele costuma usar vão servir para todas as outras páginas eletrônicas de órgãos públicos. Serão padronizados atalhos de busca, navegação e conteúdo, entre outros, para atender às necessidades dos deficientes visuais, auditivos e motores.

 
Fernanda Lobato disse que, atualmente, apenas 5% das páginas de órgãos públicos federais na internet oferecem acesso aos deficientes. A nova tecnologia vai ampliar esse percentual. No caso dos órgãos públicos estaduais, de acordo com dados do Censo da Web de 2010, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGIBr), Lobato informou que o acesso pleno só é possível em apenas 2% dos portais públicos.


Se, até agora, a grande maioria dos deficientes precisava sair de casa para resolver pendências em órgãos públicos, com o novo programa será possível resolver inúmeros problemas usando apenas um computador com acesso à internet.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

COMO FAZER A VIDA DOS DEFICIENTES FÍSICOS MAIS LIVRE E ACESSÍVEL


Recebi esse texto de Rodrigo Garcia deputado federal e Secretario de estado de desenvolvimento social.
Pedi como resposta se eu poderia coloca-lo aqui no blogger,eu disse a ele que se as coisas fossem feitas da maneira que pensamos não teríamos tantos problemas,devemos sempre perseverar naquilo que acreditamos que é nossa inclusão social.
Recentemente, os problemas que enfrentam os deficientes físicos estão sendo expostos com mais regularidade na mídia. Isso é muito positivo para conscientizar a população das dificuldades, ensiná-las a lidar com uma pessoa deficiente, mas também para chamar a atenção das autoridades competentes a fim de tomarem medidas que facilitem a vida dessas pessoas.

Nascer ou adquirir uma deficiência física faz com que o indivíduo se torne profundamente dependente de outros. Precisar da ajuda de alguém para tomar banho, escovar os dentes ou comer é algo que traz certo sentimento de angústia e humilhação. É importante lembrar que adquirir uma deficiência pode acontecer com qualquer um. As estatísticas mostram que 80% das pessoas que ficam paraplégicas têm entre 16 e 25 anos, geralmente por acidentes no trânsito causados ou não pelas pessoas que estão conduzindo. Beber e dirigir, ser imprudente, negligente pode levar a consequências muito graves, como a deficiência física. Além de colocar em risco a sua vida, você também está colocando a vida dos outros.
Segundo estimativas do IBGE, há no Brasil 28 milhões de pessoas com deficiência, uma parcela muito considerável da população que enfrenta uma vida de privações. A falta de infraestrutura na grande maioria dos estabelecimentos, como restaurantes, hotéis e cinemas, impossibita que a pessoa com deficiência frequente esses lugares, obrigando-a a mudar seu comportamento.
Locomover-se pelas ruas também é outro desafio. Nas cidades grandes é mais fácil achar ônibus adaptados e equipados, mas no interior a situação é bem mais complicada. Sabendo dessas necessidades, procuro lutar para tornar a vida desses brasileiros mais digna e acessível. Em Guariba, cidade do interior de São Paulo, consegui liberar uma verba no valor de R$ 150 mil para a aquisição de um microônibus adaptado. Com esse veículo, a locomoção dessas pessoas ficará muito mais fácil, devolvendo a elas um bem muito importante para o ser humano: a liberdade de ir e vir.
Sei que isso ainda é pouco, mas é importante que cada um faça a sua parte na inserção dessas pessoas na vida social e no mercado de trabalho. Perder a locomoção de pernas ou braços é algo muito difícil de lidar, mas cada um pode ajudar no que estiver ao seu alcance, seja fazendo doações a instituições especializadas, seja auxiliando um cadeirante a utilizar o transporte público. Como político, intercedo junto aos órgãos competentes para que, mesmo com esses entraves, os deficientes físicos possam viver uma vida com mais dignidade.

Texto: Rodrigo Garcia (Deputado Federal).

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

11 DE OUTUBRO DIA DO DEFICIENTE FÍSICO


Quando a sociedade não dá o mínimo de condições para que pessoas portadoras de deficiência física exerçam sua cidadania, percebemos essa falta de preparo ao lidar com pessoas diferentes.
Simples atos do dia-a-dia e aspectos fundamentais na vida de qualquer um, como andar em um ônibus, ir a um banco ou supermercado ou simplesmente andar pelas ruas se torna muito difícil quando se necessita de ajuda de terceiros. Os impedimentos na vida dos deficientes devem ser eliminados, mas não por piedade. É direito constitucional do deficiente ser incluído na sociedade. E os deficientes são pessoas produtivas, a debilidade de um membro não significa a debilidade da mente.
No Brasil, desde o dia 24 de outubro de 1989, vigora uma lei que assegura aos deficientes o exercício de seus direitos individuais e sociais, além de sua efetiva integração social. Em termos reais, isso significa que os valores básicos de igualdade e oportunidade devem ser respeitados, assim como de qualquer pessoa. Os deficientes, levando em conta suas limitações, têm direito à oferta de educação especial gratuita, atendimento domiciliar de saúde ao deficiente grave, inserção no mercado de trabalho no setor público e privado e facilidade de acesso em edificações e vias públicas.
Juntos Somos mais!





quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cadeirantes - a sua cidade pensa neles?


egundo estatísticas, há 24,5 milhões de portadores de deficiências no Brasil.  Boa parte deles necessitam de cadeira de rodas para se locomoverem, são os chamados cadeirantes. Muitos tem uma vida ativa, trabalham e estudam e, por isso, precisam se movimentarem pelas cidades. Mas será que os municípios brasileiros, principalmente os grandes centros urbanos, estão preparados para proporcionar o bem estar desses cidadãos?

Tomando como base a cidade de São Paulo, que é a capital com o maior número de cadeirantes, há estações de metrô e trem com rampas de acesso e elevadores, mas, infelizmente, algumas ainda não possuem essa infra-estrutura. Há ônibus e táxis que são adaptados, mas ainda em um número pequeno. Outro grande problema é na hora do lazer, pois muitas salas de cinema e teatro, bares e restaurantes, por exemplo, ainda não se adaptaram à esse público. Existem calçadas que não são rebaixadas, principalmente na periferia, dificultando a locomação nas vias públicas. Acho que é preciso fazer muita coisa, você não acha?
Acredito que, numa sociedade tão individualista como é a de hoje, muitos sequer param e imaginam como deve ser difícil a vida de um cadeirante. E digo pensar não em uma maneira que aflore o sentimento de pena, mas sim que eles também tem direitos como qualquer outro cidadão. Por que então toda a população não abraça essa causa? Todos só teriam a ganhar.

03 de dezembro é o Dia Internacional do Portador de Deficiência.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dicas de Mobilidade para cadeirante


Dando continuidade as dicas agora de Mobilidade para Cadeirante


Lidar com pessoas deficientes parece uma tarefa difícil, pois na maioria das vezes não sabemos como reagir quando nos deparamos com algo ou alguém diferente de nós, até mesmo para o diálogo, encontramos limitações e constrangimentos. O primeiro passo é compreender que não há nada de anormal entre as pessoas, por dádiva de Deus todo o ser humano é diferente, pois cada um é único, até mesmo os gêmeos são distintos.

Auxilio a mobilidades para cadeirante:

· A cadeira de rodas faz parte de seu corpo, por isso esta passa a ser respeitada e muda seu contexto de simples objeto para integração corporal. Ofereça ajuda antes de “tocar na pessoa” se ela precisar irá orientar o que fazer.

· Sem constrangimento utilize as palavras: caminhar e correr. (Afinal não se anda somente com pernas, mas também sobre rodas, a dinâmica do agir é a mesma).

· Olhos nos olhos – É muito desconfortável para o cadeirante ficar conversado e olhando para cima, o ideal é manter uma proporção então se sente para garantir um diálogo saudável.

· Prefira descer degraus ou rampas inclinados com a marcha ré da cadeira.

· Quando saírem para passeio ou evento social, certifique-se sobre as barreiras arquitetônicas do local (restaurantes, cinemas, teatros, etc.)

· Não seja inconveniente e oriente também as crianças a não brincar com a cadeira de rodas, nem fazê-la de carro de Fórmula 1.

domingo, 4 de setembro de 2011

Dicas de como lidar com portadores de deficiências


Esse Blogger tem como objetivo mostrar lugares de dificil acesso ou acesso errado para um portador de deficiência Física.
Mas essas dicas não poderia faltar por aqui, pois o que mas acontece são as partes erradas desse texto. Educar é sempre bom!

- Errado: Evitar falar com os portadores de deficiência sobre coisas que uma pessoa normal pode fazer e eles não.
- Certo: Conversar normalmente, falando sobre todos os assuntos, pois é bom para eles saberem mesmo das coisas que não podem ouvir, ver ou participar por causa da limitação de movimentos.

- Errado: Elogiar ou depreciar uma pessoa portadora de deficiência, somente por ela ser limitada.
- Certo: Tratá-lo como alguém com limitações específicas da deficiência, porém com as mesmas qualidades e defeitos de qualquer ser humano.

- Errado: Superproteger a pessoa, fazendo coisas por ela.
- Certo: Permitir que ela desenvolva ao máximo suas potencialidades, ajudando-a apenas quando for realmente necessário.

- Errado: Chamar a pessoa pelo apelido relativo à sua deficiência (ex:surdinho, surdo, mudo, cego, maneta etc.)
- Certo: Chamar a pessoa pelo nome, como se faz com qualquer outra pessoa.

- Errado: Dirigir-se à pessoa cega como se ela fosse surda, fazendo esforço para que ela ouça melhor. O cego não é surdo.
- Certo: Conversar com o cego em tom de voz normal.

- Errado: Demonstrar pena.
- Certo: Tratar a pessoa como alguém capaz de participar da vida em todos os sentidos.


03 de dezembro é o Dia Internacional do Portador de Deficiência.



sábado, 3 de setembro de 2011

Dificuldades no dia-a-dia de um portador de deficiência

Uma Matéria tirada do site www.bonde.com.br uma educação passada a limpo porque a acessibilidade ao portador não é a única dificuldade. 


Censo demográfico de 2000, aponta que são 24,5 milhões de brasileiros com alguma deficiência. 

No Brasil, a maior parte das pessoas com deficiência física, auditiva, visual e mental está alijada do mercado de trabalho. Estudos mostram que há aproximadamente seis milhões de pessoas com deficiência em idade economicamente ativa, dos quais um milhão deve estar no mercado de trabalho informal e apenas 158 mil legalmente empregada com garantias trabalhistas e benefícios. 

A razão de muitas pessoas com deficiência estarem à margem do mercado de trabalho está diretamente ligada às poucas oportunidades que têm de ingressar em cursos e treinamentos profissionais, o que resulta em baixa qualificação para o exercício do trabalho. 

O Brasil está muito atrasado em relação ao primeiro mundo no que se refere às políticas de emprego voltadas ao deficiente físico. A avaliação é de Steven Dubner, presidente da Associação Desportiva para Deficientes (ADD). 

Para Dubner, ainda há muito a se fazer no Brasil quando o assunto é a contração de deficientes físicos. Pela legislação do Ministério do Trabalho, empresas com mais de mil funcionários são obrigadas a ter pelo menos 5% de deficientes em seu quadro de funcionários. Há, inclusive, multa prevista de R$ 5 mil para cada funcionário deficiente que as companhias deixarem de contratar. Mas, na prática, a lei é pouco aplicada. 

A culpa, na avaliação do presidente da ADD, não se restringe somente às companhias. "Quando uma empresa decide contratar deficientes físicos, provavelmente não vai conseguir apenas com boa vontade", diz. Isso porque, segundo estimativas do executivo, menos de 2% dos deficientes físicos no país têm segundo grau completo. Dificuldades como a falta de transporte adaptado nas grandes cidades acabam interferindo na vida escolar do deficiente físico e atrapalham, posteriormente, na hora de conseguir um emprego. 

Se antes a principal causa de paraplegia era a poliomielite, agora são os acidentes de carro e as seqüelas de tiros. De acordo com Dubner, quase 550 pessoas ficam com problemas por causa de acidentes de carro por dia no país. 

03 de dezembro é o Dia Internacional do Portador de Deficiência.