segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Aprovado projeto de lei que obriga instalação de provadores adaptados?

As pessoas portadoras de deficiência física, em sua grande maioria, encontram dificuldades quando necessitam comprar suas roupas. Ainda são poucas as lojas que dispõe de provadores adaptados ao uso. “Embora amparados pelo Estatuto das Pessoas com Deficiências, muitas dificuldades ainda são enfrentadas no dia-a-dia por estas pessoas que, por alguma razão encontram-se numa situação de deficiência física  às vezes, de natureza definitiva – e privada de mecanismos estruturais que possibilitem exercer as atividades mais rotineiras, como provar uma roupa ou um calçado. Onde estão as adaptações para provadores de lojas de roupas? Ainda existem muitas dificuldades em comprar uma roupa e prova-la na hora por não ter acesso ao provador,será que a lei estar em vigor mesmo? Vamos ficar atento nós deficientes e você caro leitor desse humilde blogger contamos com vocês!


sábado, 15 de outubro de 2011

A Igreja e Acessibilidade

Será que a Igreja está preparada para receber pessoas com necessidades especiais? A Igreja precisa estar a frente do seu tempo, estando apta tanto fisicamente com acessibilidade aos cadeirantes, quanto com Ministérios específicos para deficientes auditivos, visual e etc.

Precisamos parar e pensar no outro, você estão confortáveis, podendo entrar e sair livremente. Podendo tambem ouvir os cânticos, as mensagens; e nós deficientes? Você Jovem pode ser um motivador na sua Igreja, promovendo para os nossos irmãos portadores de necessidades especiais um ambiente sadio de comunhão e amor. Esses irmãos precisam participar de uma forma mais efetiva das celebrações e às vezes a falta da acessibilidade e da inclusão limita isso.
É horrível quando somos excluídos de algum grupo por algum motivo, assim eles sentem quando são excluídos ou expostos a constrangimentos. A Igreja precisa se contextualizar nesse aspecto, não podemos ignorar a presença desses irmãos.


Há católicos que não frequentam a nossa Igreja por simples razões: os cadeirantes informam que as suas cadeiras de rodas não passam pelos espaços garantidos à circulação. Os cegos reclamam que não conseguem ter o global entendimento dos fatos que acontecem na Missa. Os surdos e surdo-cegos também não têm como participar prazerosamente dos encontros nas Igrejas em geral. Até para os idosos têm reclamações quanto a mobilidade, audição e visão nas cerimônias. Hão, outrossim que igualmente ser computados como excluídos das cerimônias as pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos.
Algumas providências bem mais simples hão que ser tomadas, de modo a beneficiar o trânsito/acesso/circulação das pessoas com mobilidade reduzida, tais como os cadeirantes, usuários de bengalas, de muletas e outros meios de locomoção. Para tanto hão que ser redimensionados os espaçamentos entre os bancos, bem como deverão ser observadas se as rampas de acesso permitem a esse seguimento uma afluência confortável, sem constrangimentos/impedimentos.

Casa da Mãe Aparecida possui estrutura especial para atender portadores de deficiência.

Acessibilidade – Preocupado também com o acesso a cadeirantes, o Santuário Nacional vêm passando por uma readequação em sua estrutura.
Veja os principais destaques:
1- Os elevadores paravam no 13º andar e agora vão até o Mirante. Antes, os deficientes só conseguiam chegar até o local se auxiliado, pois era necessário subir 2 lances de escada;
2- As rampas Oeste e Leste, do lado externo da Basílica, foram executadas dentro dos limites permitidos para atendimento às pessoas com necessidades especiais;
3- Idem rampas de acesso ao Centro de Apoio ao Romeiro;
4- Foram modificadas as inclinações de 2 rampas internas de acesso ao sub-solo;
5- Os pisos das rampas são emborrachados e anti-derrapantes;
6- Existem vagas demarcadas no estacionamento para idosos e pessoas com necessidades especiais, um total de 58 vagas;
7- Foram construídas cabines dos novos banheiros com entradas independentes para acompanhantes de pessoas com necessidades especiais;
8- O Santuário disponibiliza cadeiras para pessoas com necessidades especiais, sendo um total de 35 cadeiras no estacionamento e 10 no Centro de Apoio ao Romeiro;
9- Os corrimãos das rampas também sofreram adaptações, apresentado agora em 2 alturas;
10- Os novos sanitários do Santuário foram executados para atender pessoas com necessidades especiais, sendo 4 na Tribuna Norte, 4 no sub-solo Oeste , 4 no sub-solo NE, 10 no Centro de Apoio ao Romeiro, 10 no Centro de Eventos, 2 no Ponto de Encontro, e 4 nas Confissões, totalizando 38 novas instalações.
A minha paroquia N.S Aparecida de Nilópolis onde participo ela estar 30% com acesso a nós deficientes,precisa melhorar em alguns setores, e graças a Deus com muita fé e perceverança o espaço vem sendo criado,é uma caminhada árdua porem com Deus o caminho da vitoria é certo e nossos irmãos cadeirantes estarão 100% na nossa igreja. 
lembro-me muito bem da campanha da fraternidade de 2006:
 "Levanta-te, vem para o meio"! É frase de Jesus, dirigida ao homem com a mão atrofiada.



Representa o convite feito a todas as pessoas com deficiência para que se sintam acolhidas e valorizadas.

O lema traduz também as ações positivas propostas pela Campanha da Fraternidade de 2006 para a inclusão fraterna desses irmãos e irmãs. Essa atitude fraterna é indicada, no cartaz, pelo gesto de acolhida e pelo sorriso dos dois jovens O fundo azul transmite calma e tranquilidade. Lembra que Deus está presente.
A imagem é um apelo forte para que deixemos a condição de espectadores e nos envolvamos com ações que resgatem a dignidade das pessoas com deficiência!
O passo foi dado lá atrás em 2006 temos que só dar continuidade,unidos na mesma fé com nossos irmão cadeirantes.
‘Acolher bem também é evangelizar’

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ACESSIBILIDADE PLENA

A acessibilidade é uma condição básica para a inclusão social das pessoas com deficiências ou que tenham necessidades especiais. Numa sociedade em que cada vez mais estamos utilizando modernas tecnologias de informação e de comunicação para estudarmos, informar-nos, trabalharmos e entreter-nos, acaba sendo prioritário para todos garantir a acessibilidade plena, inclusive para a Internet. De outra parte, ao projetar os espaços, os planejadores devem pensar em todas as condições de acessibilidade, sendo mais específicos os problemas de acessibilidade e utilização de equipamentos por parte das pessoas que usam cadeiras de rodas. Ao executar ou adaptar um projeto, seus construtores não podem deixar de considerar, por exemplo, condições antropométricas específicas destes usuários, já que a cadeira de rodas impõe limites à movimentação e também ao alcance manual e visual de seus usuários.

Eis algumas características das adaptações que devem ser feitas em edifícios, nos casos de instalações pré-existentes:
- As portas devem ter um mínimo de 0,80 m de vão livre.
- As portas devem ser de fácil abertura e as maçanetas devem ser do tipo alavanca.
- Deve existir uma área resistente ao impacto eventualmente provocado por bengalas e cadeiras de roda.
- Portas de áreas confinadas, tais como de banheiros, devem ter uma área livre de aproximação de 0,60 m.

A Lei Federal nº. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dispõe sobre o atendimento e a acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, é muito clara até em certos pormenores.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Deficientes físicos encontram na dança incentivo para reabilitação

É com esses incentivos que ultrapassamos nossos limites.

Os portadores de deficiência física alcançaram algumas vitórias na luta pela inclusão na sociedade. Uma das mais notáveis conquistas foi um lugar no palco. A coluna Arte pra Vida mostra, nesta quarta-feira (26), um projeto de dança para pessoas especiais.

A coluna Arte pra Vida foi à Associação Niteroiense do Deficiente Físico (ANDF), para conhecer a companhia de dança Corpo em Movimento. O objetivo é mostrar como a arte da vida transformou e continua transformando a vida de pessoas com deficiência física.

“Os bailarinos daqui já estão há dez anos em treinamento, são profissionais. Eu trabalho, ainda assim com médicos e fisioterapeutas. Haja vista, que cada deficiência é uma e ela precisa de adaptação especial, de tratamento e cuidado especial para cada uma delas”, explica a professora Camila.

“A gente quer mostrar através da dança, toda emoção, toda capacidade, toda potencialidade que todas as pessoas têm. Nós temos limites e potencialidades, o nosso foco é na potencialidade. Por isso que nosso grupo tem esse diferencial. Quando nós vamos dançar, as pessoas se surpreendem justamente por causa disso. Elas pensam assim: vou lá ver um grupo de deficientes, vou ver um grupo de deficientes, coitadinhos, vou lá dar uma força e eles passam tanta alegria, emoção, sensualidade, mostrando justamente isso”, conta uma das organizadoras do projeto.

Henrique Pellegrino, auxiliar administrativo, conta como o grupo é importante para a recuperação dele.

“Contribuiu muito, até minha autoestima melhorou. Foi o caminho que eu encontrei para minha reabilitação. Hoje sou totalmente feliz, não é por causa de eu estar em uma cadeira de roda que eu vou deixar de fazer as coisas. Faço muito mais coisas hoje do que quando eu fazia antes quando eu andava”, relata Henrique.

Outro membro do grupo, além de dançar, pratica esporte. “Criei meu próprio estilo de jogar futebol quando estava ainda na adolescência”, conta ele, que marca um gol.

fonte: http://balanar-deficienciafisica.blogspot.com/

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Barreiras arquitectónicas

Este é um assunto muito delicado, as barreiras arquitectónicas para os deficientes físicos. Dos mais pequenos casos até grandes problemas com que estas pessoas se deparam todos os dias nas suas vidas , o que as impede e impossibilita de uma movimentação normal e sem ajudas, pela cidade. Parece que estas pessoas com problemas físicos não são considerados cidadãos o que é grave . Passamos a ver alguns casos com que nos deparamos:


Dois casos em que as calçadas não têm rampa, o que obriga os deficientes motores (cadeirantes) a movimentarem-se pela estrada , o que pode ser / é bastante perigoso e também bastante feio por toda a cidade.

 Uma concavidade depois de uma calçada. Uma pessoa com uma cadeira de rodas tem várias dificuldades em subir para o passeio; já aconteceu um deficiente motor cair de frente e machucar-se a sério neste local.



Buracos , buracos e mais buracos. Estes não só são perigosos para os deficientes motores mas também para os outros cidadãos.

Existem muitas infra-estruturas públicas,que não têm meios próprios para receber deficientes motores( rampas , elevadores...)
Para um deficiente motor se movimentar nas ruas precisa de ajuda, o que impossibilita as pessoas de se tornarem independentes de outros , ou com próprios como cadeiras motorizadas.
Detectamos inúmeras irregularidade em construções e barreiras para deficientes motores e até mesmo qualquer cidadão. Cremos que a nossa municipalidade se recorde que este grupo de pessoas com problemas físicos existem e consideramos uma necessidade premente a criação de infra-estruturas que permitam a esta faixa da nossa cidade seja também complementada.

Sugestões:

Remendar os graves desalíneos  neste campo, sem esquecer rampas, elevadores , passeios...;

Não permitir construções sem os meios necessários e infra-estruturas para beneficiar esta classe ;

Este trabalho é composto por um estudo das infra-estruturas da cidades bem como o reconhecimento dos problemas / barreiras e incluindo uma acção rápida,perspicaz e eficaz.
O direito de ir e vim é o respeito de todo Cidadão Brasileiro!

Dia 11 de outubro dia do Deficiente Fisico!