segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Leis que surgem para enganar bobo!

Ano que vem é ano de eleição e os eleitores vão escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos mais de 5.500 municípios brasileiros.

Vamos ficar atentos aqueles que querem fazer algo serio, e não pense com as" pernas" e crie leis bobas como essa:

Já é Lei: Vaga em escolas para alunos com deficiência
Assegurar à pessoa com deficiência física, mental ou sensorial prioridade de vaga em escola da rede pública estadual próxima de sua residência. É o que determina a Lei nº 9.620/2011, de autoria do ex-deputado Doutor Rafael Favatto (PR).
A matéria considera a escola mais próxima aquela cuja distância da residência seja menor, ou de mais fácil acesso por meio de transporte coletivo. Existindo mais de um estabelecimento de ensino perto da casa, o interessado pode optar.
As escolas que recebem alunos com deficiência têm que garantir a adequação dos espaços físicos. Para efetuar a matrícula é necessário apresentar comprovante de residência.
O autor da Lei acredita que a medida ajuda a integrar e garantir acessibilidade dessas pessoas à educação: “É uma obrigação do Poder Legislativo editar normas legais que assegurem o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiência e sua efetiva integração social”. Doutor Rafael Favatto salienta ainda que o poder público deve conjugar esforços de todos os segmentos da organização social e da vida coletiva para que as pessoas com deficiência exerçam a sua cidadania plena.

Discordo da lei porque o direito da vaga escolar nós já temos desde o dia que nascemos independente ser deficiente ou não,ter a prioridade na minha humilde opinião não precisa,o que precisamos é do acesso as escolas que muitas delas só tem salas em primeiro,segundo e terceiro andar,eu estudei sim mais tive que encarar muitas escadase com ajuda humanitaria para subir e descer, e na minha época não tinha essa lei de prioridade.

A parte engraçada é que nessa época eu era o único aluno que queria sair na hora certa,pois quando largava-se cedo eu tinha que ficar esperando na porta da escola ate o horário de alguem da minha família ir me buscar,na época (cel era super caro e os orelhões não tinha acesso a cadeirantes) era um tédio ficar ouvindo as pessoas me perguntando:
-Ainda ae? ninguém veio te buscar?
Na verdade não saberia responder se era por gozação ou por preocupação.

Vamos ficar atento a essas leis que são aprovadas e que na verdade só quer alavancar carreira politica de quem a cria.
Que os nossos políticos parem de pensar com as "pernas",que venham aqueles que pensem com o coração.



sábado, 19 de novembro de 2011

Deficientes ainda sofrem com os ônibus adaptados no rio.

Prazo para adequação de toda a frota é 2014 O Decreto Federal 5.296 de dezembro de 2004 determina apenas que os novos ônibus que entrarem em circulação no país devem ser acessíveis aos cadeirantes. O prazo para que toda a frota esteja dentro dessa especificação vence em 2014. De acordo com o presidente da Comissão da Pessoa com Deficiência da Alerj, deputado Márcio Pacheco (PSC), as denúncias recebidas pela pasta tratam principalmente de equipamentos quebrados e de funcionários despreparados. — Precisamos ouvir a população. Toda quinta-feira, às 14h, acontece uma reunião ordinária da comissão aberta à população — avisa. O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB-RJ, Geraldo Nogueira, também acredita que é através da mobilização que as empresas podem se sentir pressionadas: — Quem se sentir lesado deve entrar com uma ação em um Juizado Especial Cível. Apesar dos problemas, o Rio Ônibus, Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município do Rio de Janeiro, informou que "todos os 8.600 ônibus que operam em linhas municipais do Rio já estão em conformidade com as normas e regulamentos técnicos da legislação federal".

Fonte Jornal Extra.

Coloquei essa matéria para terminar com o texto seguinte:

LINHA: 543L - Nova Iguaçu-Méier (via Engenho de Dentro)
Essa foi a minha viagem até o engenhão o elevador de acesso aos cadeirantes travou muito antes de eu estar nele resultado 15 minutos de atraso na saída até a ajuda voluntária que se transformou em elevador humano onde eu pude seguir em viagem "perigosa" pois a porta não podia fechar mas seguimos viagem em comum acordo onde o motorista perguntou:
- Vocês concordam em viajar assim mesmo?
E claro eu e os demais passageiros responderam:
- Sim vamos embora Motorista tem vascão daqui a pouco...rsrs

O Blogger Acesso-Deficiente entrou em contato com assessoria de Imprensa da Empresa de Ônibus Nova Iguaçu-Penha,e eles responderam dessa forma:
os elevadores passam por manutenções periodicamente e os problemas pontuais são resolvidos, assim que os carros chegam nas garagens.

Ou seja tive azar nesse dia. Será?

domingo, 6 de novembro de 2011

Só falta vontade politica!

Nos Deparamos todos os dias com escadas, elevadores
inadequados e portas estreitas, principalmente em construções antigas, além de apertadas vagas no estacionamento.

Trata-se de um cenário considerado como normal em uma cidade.
No entanto, esse mesmo cenário exclui um em cada mais de catorze brasileiros com determinados tipos de deficiência física.

Para alterar essa situação é preciso vontade política, face a providências que precisam ser tomadas nos edifícios utilizados pelas diversas esferas do governo, e uma luta contínua no sentido de alterar essas situações nos variados ambientes privados.

No ano de 1999, o Ministério da Educação publicou uma Portaria (número 1.679) que obrigava as universidades a se adaptarem para garantir o acesso de todos.
Apenas pequenas adaptações têm sido feitas até agora, mas sabemos bem que, conforme o caso, a acessibilidade custa caro.
Alterações diminutas, como o rebaixamento de calçadas, de entradas de prédios e de pontos de ônibus não têm custo elevado.

Pela construção de rampas, a instalação de elevadores, a abertura suficiente de portas para permitir a passagem de uma cadeira de rodas, a adaptação de banheiros significam despesas bem maiores.

Esta mudança de atitude deve-se, em parte a uma alteração substancial de mentalidade, já que, a partir da década de 80, com a conscientização levantada pelo Ano Internacional das Pessoas Deficientes, criado pela ONU, a pessoa com deficiência física passou a ser vista mais sob a ótica da sua eficiência e não tanto da deficiência.