sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Linguagem contra o preconceito

Desde a aprovação da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência pelas Nações Unidas, em 2006, a forma universalmente aceita para designar quem possui deficiência é “pessoa com deficiência”, aludindo sempre a condição específica quando se nomear a sua situação: “pessoa com cegueira ou pessoa cega”, “pessoa com deficiência visual ou com baixa visão”, “pessoa com deficiência física”, “pessoa com deficiência mental”, “pessoa com nanismo”, “pessoa com surdez ou pessoa surda”, “pessoa com mutismo”, “pessoa com síndrome de Down ou pessoa com Down”,– ou, simplesmente, cego, surdo, mudo, cadeirante, paralisado cerebral e Down.

As formas antigas, pessoa especial, portador de deficiência ou portador de necessidades especiais, não caracterizam com exatidão a condição do indivíduo (já que as deficiências são permanentes e não “portáveis” – portanto, descartáveis).

A maioria dos meios de comunicação qualifica erradamente essa discussão como sendo um exagero do politicamente correto. Não é. O fato de a legislação brasileira usar a forma "portador de deficiência" se explica porque a linguagem jurídica não acompanha a mudança de conceitos com a mesma rapidez que as organizações.

Assim como se abandonaram as formas “aleijado”, “débil mental”, “debiloide”, “mongol” ou “mongoloide”, as que passaram a ser evitadas pelo segmento que atua em favor dos direitos desse público em todo o mundo cairão em desuso. Quando se tratam de organizações e publicações com foco em sustentabilidade, usar a forma antiga indica falta de alinhamento com a visão contemporânea de como tratar a temática social no universo da comunicação.

Creditos:

sábado, 10 de dezembro de 2011

Associação Carpe Diem

Existe um instituto chamado Associação Carpe Diem, a qual é brasileira que está preparando as pessoas com deficiência intelectual diversa a entrarem no mercado de trabalho, entretanto a deficiência que está com mais predominância no mercado de trabalho são as pessoas que tem Síndrome de Down, principalmente no Brasil. O Dia Internacional do Deficiente é em 3 de dezembro e foi vigorado há pouco tempo com a intenção de que os países comemorassem essa data e que fizessem com que o emprego para os portadores de deficiência aumentasse, pois eles só querem mostrar suas capacidades e não ter a caridade da sociedade. Foram feitos programas de apoio psicossociais, ações de sensibilização e culturais aonde eles ainda continuam lutando para que tenham melhorias de no acesso aos empregos, fim das barreiras arquitetônicas e inclusão social. Há uma lei que obriga as empresas possuírem cerca de 5% de funcionários com deficiência e com isso cada vez mais as empresas do mundo inteiro estão se estruturando e se adaptando.

Esperamos que no ano de 2012 a inclusão social dos deficientes físico seja uma realidade não só nosso país mais em todo o mundo.
o ano não terminou tem mais postagem vindo por ae!